Crise longe da oncologia

O mercado da oncologia enfrentou grandes mudanças ao longos dos últimos cinco anos. O relacionamento entre os prestadores de serviço, sejam eles clínicas ou hospitais, com os tomadores de serviço, viu seus limites negociais e contratuais sofrerem a influência de novas vertentes que, por sua vez, desequilibraram o mercado que, ainda, não encontrou o ponto de equilíbrio ideal.

IMG_8477Para o diretor Executivo do Instituto Onco-vida, Diogo Mello, “a política iniciada por grandes grupos, baseados em fundos de investimento não necessariamente da área da saúde, bem como os impactos da economia do país pressupõem variáveis que mudaram completamente o cenário do setor em várias regiões do País”.

Segundo ele, a perspectiva de crise econômica, que está cada vez mais caracterizada pelos números do Ministério da Fazenda ou Banco Central, passa ao largo do mercado de saúde. “Trabalhamos com uma previsão de crescimento apostando num planejamento ousado e acreditando que sempre podemos fazer melhor. O Instituto Onco-vida prevê crescimento de 16% em 2016”.

A clínica, uma das mais respeitadas do Centro-Oeste, e que tem como marca o atendimento humanizado e multidisciplinar com um corpo clinico altamente capacitado, iniciou em 2015 um processo de expansão da estrutura física que se concretiza em 2016. Serão 2.200m² de espaço no moderno edifício Advance 2, na Asa Sul. Um dos focos do novo empreendimento, comandado pela oncologista Andrea Farias, é o mercado prime, uma tendência de negócios na área de saúde e, ainda, o fortalecimento da marca Onco-vida.

Segundo o INCA, em 2016 haverá aproximadamente 600 mil novos casos de câncer, entre os quais os predominantes são: pele não melanoma, próstata, mama, pulmão, cólon e reto, estômago, colo do útero, cavidade oral, bexiga e esôfago.