UroInstituto celebra 20 anos de sucesso

Após duas décadas da inauguração do Instituto Urológico em Brasília, Dr. Diogo Mendes, que dirige o empreendimento, compartilha os desafios diários e a metodologia que aplica para que o negócio continue como referência na especialidade

Ele nasceu em São Paulo, mudou para Brasília ainda criança com a família, resolveu cursar medicina na Universidade Federal de Uberlândia, mas seu amor à capital federal o fez retornar e idealizar um projeto que completou em janeiro deste ano duas décadas de sucesso, o UroInstituto. O nome do médico que dirige esse importante centro de medicina é uma homenagem ao pai, Francisco Mendes, e ao avô, Diogo Rios. Trata-se de um dos mais respeitados urologistas do Brasil, Francisco Diogo Rios Mendes, mais conhecido como Dr. Diogo Mendes, o qual na sua trajetória profissional de 27 anos, é enfático em dizer que não atende os pacientes, mas, sim, amigos.

Essa relação de confiança veio, segundo Dr. Diogo, pela forma de atender. “No UroInstituto investimos no atendimento humanizado e na constante melhora técnica. Nosso foco é na expectativa de vida do paciente, sempre ancorado numa expertise técnica atualizada e crescente”, orgulha-se. O resultado da metodologia de trabalho é a visita regular de governadores, senadores, ministros, desembargadores e diplomatas. Perguntado se é possível mensurar quantos pacientes já atendeu, ele não titubeia. “Em termos de cirurgia eu diria que tenho 10 mil pacientes operados. Já atendimento, estimo 60 mil pessoas”.

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Dr. Diogo Mendes

A referência na especialidade também veio com o trabalho docente. O urologista foi professor na Universidade de Brasília (UnB) e hoje ministra aulas na Escola Superior de Ciências de Saúde (ESCS). Mas seu grande trunfo foi no UroInstituto e no Hospital de Base de Brasília. “O que mais me dá satisfação e alegria é de participar do corpo clinico do Hospital de Base e ser uma das pessoas que ajudou a construir a Unidade de Urologia, que começou em 1992. A maioria dos médicos que trabalha conosco no UroInstituto passou por essa escola, que é o Hospital de Base. Além disso, sou pesquisador do CNPQ, auxilio alunos que fazem projetos de pesquisas, atuo como orientador de pós-graduação e, para me manter sempre atualizado, participo de congressos e jornadas nacionais e internacionais”, afirma.

Com tantas obrigações profissionais, o médico não hesita em dar atenção necessária para a família. Casado há 11 anos com a dermatologista Rosa Matos, ele recebe elogios de ‘superpai’ da filha Isabel, de 8 anos, e do Diogo, de 10. Isso porque mesmo com sua rotina atribulada trabalhando durante a semana até às 21h, e no sábado de manhã, após as cirurgias e consultas, o seu tempo é dedicado integralmente a quem o dá ânimo para buscar soluções mais eficazes aos pacientes. “Vamos ao Parque da Cidade andar de bicicleta, jogamos futebol e basquete. Eles gostam de ir ao clube para brincar na piscina e de ir ao cinema. Não há tempo ruim para mim, quando não estou trabalhando, estou com a família”, compartilha.

UroInstituto e Uromedical – Para receber o merecido reconhecimento na medicina, Dr. Diogo lembra os desafios percorridos. “Eu cursava engenharia elétrica na UnB, mas tive familiaridade com a medicina, por isso, fui estudar em Uberlândia. Quando terminei o curso resolvi fazer cirurgia geral em função de um médico chamado de Luiz Ronaldo Vieira, que era do antigo Hospital Regional da Asa Sul (HRAS), hoje, conhecido como Hospital Materno-Infantil de Brasília (HMIB). Ele foi a minha grande inspiração. Fiquei tão admirado que resolvi me especializar em urologia. Depois, fiz a residência no Hospital de Base e, logo que acabou, comecei a trabalhar como urologista no Hospital Santa Luzia. Foi quando começamos a fazer o UroInstituto. Quatro anos depois, com mais dois sócios, o Dr. Jorge Cavendish e o Dr. Clovis Jacinto, demos vida à Uromedical”, recorda.

Os dois empreendimentos de saúde seguem linhas distintas. O UroInstituto é focado na parte hospitalar, onde são feitas as cirurgias, local que os médicos detêm de equipamentos modernos para expertise cirúrgica. Já a Uromedical é voltada ao atendimento ambulatorial, ou seja, no espaço são feitos os mais detalhados exames de imagem. Ambas, com o passar dos anos, receberam upgrade. “O amadurecimento das empresas veio com o tempo. Fomos identificando as necessidades com o passar dos anos e gerando soluções e possibilidades que melhor se adequassem ao mercado, com foco na qualidade de atendimento, no equipamento, na expertise de atenção, e no uso de equipamentos. Então, nossa empresa sempre esteve up-date com todas as técnicas urológicas”, diz Diogo Mendes.

Das tecnologias médicas de última geração dispostas nos Institutos Urológicos destacam-se a ultrassonografia com doppler, onde se é possível medir o fluxo do sangue, o oxigênio e as batidas cardíacas do bebê; os equipamentos de investigação urinária e os de imagem e endoscopia. Segundo Dr. Diogo, os equipamentos são eficazes para diagnósticos diversos. Ele explica o perfil de atendimento no UroInstituto e Uromedical. “É por faixa etária. Os jovens vêm ao consultório com problemas de ansiedade e distúrbios de desempenho sexual, além das DST´s por causa da falta de consciência do uso do preservativo. Já os homens de meia idade nos procuram por causa das doenças relacionadas ao stress, má alimentação e falta de atividade física, como os cálculos renais, distúrbios de ereção e os problemas de fertilidade. Os acima dos 50 anos têm, na maioria das vezes, problemas de próstata, tumores de cânceres e os distúrbios de ereção. Por isso, temos que estar preparados para atender com qualidade a todos”, afirma.

No que se refere o desafio diário de gerenciar os dois empreendimentos, e o investimento com os funcionários, Dr. Diogo explica que é uma tarefa difícil, porque precisa ser retroalimentada e modificada de acordo com a realidade de mercado, e isso infere tanto no aspecto administrativo, como no tecnológico. “A empresa investe muito no funcionário, primeiro por meio de um salário diferenciado em relação ao mercado, com plano de carreira, valorizando a antiguidade e a produtividade. Também oferecemos plano de saúde e incentivo à formação dos funcionários que buscam formação em nível superior ou especialização – colaborando com uma parcela do pagamento”, diz. No total, as empresas somam 18 funcionários, sendo uma administradora, uma chefe de faturamento, quatro de enfermagem, no serviço gerais e as demais, na área de secretaria.

Projeto para 2016 – Sobre os novos projetos para 2016, Diogo Mendes mostra que é, de fato, visionário. De olho na situação econômica do País, mas comprometido a continuar no escopo de atendimento de excelência na área urológica em Brasília, o especialista vislumbra ações inovadoras para o segundo semestre deste ano. “Vamos construir uma nova unidade para 2016. Escolhemos o edifício Medical Center, que vai ocupar no 2º andar uma área de 220 m². Trata-se da ampliação da Uromedical”, adianta.

Por fim, perguntado se encontrou a realização profissional que todos almejam, o médico não hesita e vai direto ao ponto. “Me sinto realizado pelo que faço. A minha única queixa é que a cada ano eu trabalho mais, e não consigo diminuir o volume dessas tarefas. Por outro lado, tenho certeza que sempre melhoro a qualidade do serviço que ofereço. Então, isso é gratificante”, finaliza.