Paulo Lima

Black Friday Saúde: Maior aplicativo de decisão médica do país libera acesso para médicos

Presente em mais de 480 mil consultas por mês, o Whitebook terá o maior desconto do ano

A PEBMED, startup de tecnologia em saúde que desenvolve aplicativos médicos para a tomada decisão clínica, aproveita o período de promoções para seguir seu propósito de apoio aos profissionais, com objetivo de salvar mais vidas. Para isso, entre os dias 20 e 26 de novembro, a assinatura premium do app Whitebook será liberada gratuitamente para todos.

Os usuários vão poder acessar todos os materiais, dentre eles,  informações médicas atualizadas, cerca de 8 mil conteúdos offline de diversas especialidades, mais de 1.500 prescrições, calculadoras e medicamentos, além do acesso ao desktop Whitebook Web.

Esse momento antecede as ações de Black Friday, que terão início a partir do dia 27/11 e vão até 02/12. De acordo com Bruno Lagoeiro, CEO da startup, o desconto da temporada será o maior do ano, com anúncio oficial da porcentagem, disponibilizado no próximo dia 27/11, pelo portal e pelas redes sociais da PEBMED. O desconto vai ajudar muitos profissionais a investirem no pacote anual e se juntarem aos mais de 150 mil médicos que usam mensalmente o aplicativo no Brasil.

O app disponibiliza alguns assuntos de forma gratuita, mas somente os assinantes vão ter acesso total aos temas, que garantem apoio completo na tomada de decisões assertivas. Atualmente, dois em cada cinco médicos utilizam o aplicativo, com conteúdos atualizados semanalmente, produzidos por um time de especialistas.

Para Lagoeiro, o propósito da startup é transformar a saúde do país  através do apoio à decisão médica: “Queremos chegar em todos os profissionais da área e oferecer a melhor e mais segura experiência em tomada de decisão”, finaliza.

Informações de Cadastro

A primeira fase do período de ofertas é chamada de Esquenta e a PEBMED vai disponibilizar esse canal online, para que os profissionais e estudantes interessados em conferir os próximos passos da ação tenham exclusividade em receber as novidades. Para se cadastrar, é preciso acessar este link e ficar atento ao e-mail.

Sobre a PEBMED

A PEBMED é uma startup de saúde carioca lançada em 2012, por três médicos da Universidade Federal Fluminense, criadores do Whitebook, um aplicativo de compartilhamento de informações que auxilia médicos e estudantes de medicina na tomada de decisão clínica. O objetivo é reunir dados, diagnósticos e diretrizes atualizadas em mais de 8 mil conteúdos de 28 especialidades diferentes. Utilizado em pelo menos 480 mil consultas por mês, o app está presente em mais de 800 cidades em todo o Brasil e é acessado por cerca de 2 em cada 5 médicos no país.

ESPECIALISTAS SE REÚNEM EM BRASÍLIA CONTRA O CÂNCER DE MAMA

Na próxima sexta-feira e sábado, 25 e 26 de outubro, médicos, estudantes de medicina e profissionais de saúde se reúnem na Associação Médica de Brasília (AMBr) para debater ações eficazes para manejo do paciente com câncer de mama

 

A Associação Médica de Brasília (AMBr) realiza, nos dias 25 e 26 de outubro, o Programa de Educação Continuada (PEC) Outubro Rosa: Todos Contra o Câncer de Mama. O evento de atualização profissional é voltado para médicos, estudantes de medicina e profissionais de saúde e tem o objetivo de mostrar e debater os novos achados científicos sobre a doença.

Diretora de Relações com a Comunidade da AMBr, Dra. Maria Aparecida Freitas, explica que no PEC Outubro Rosa poderá ser conferido a avaliação do risco genético na prática clínica, os avanços no diagnóstico do câncer de mama, o rastreamento da doença em situações especiais, as terapias hormonais, preservação da fertilidade, reconstrução mamária e dados atuais sobre a situação do câncer de mama no Brasil.

A médica chama atenção para dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), que revelam que o câncer de mama é segundo tipo que mais acomete brasileiras, representando em torno de 25% de todos os cânceres que afetam o sexo feminino. Para o Brasil, foram estimados 59.700 casos novos de câncer de mama em 2019, com risco estimado de 56 casos a cada 100 mil mulheres.

Em Brasília, as medidas devem ser emergenciais. “É a neoplasia que mais mata mulheres. Infelizmente, na capital federal, não temos cobertura completa de exames para detecção precoce do câncer de mama na rede pública. O PEC Outubro Rosa – Todos Contra o Câncer de Mama é voltado, também, a mostrar estratégias e iniciativas para cobrar dos representantes uma solução imediata. Todos podem participar e se inscrever em www.pecambr.com.br, com gratuidade para estudantes de medicina e associados da AMBr”, finaliza Dra. Maria Aparecida Freitas.

 

:: Serviço

PEC Outubro Rosa – Todos Contra o Câncer de Mama

Dias 25 e 26 de Outubro – Sexta (20h) e sábado (8h)

Local: Associação Médica de Brasília (AMBr) – St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 3

Inscrições: www.pecambr.com.br

Outras informações : Paulo Lima – Luan Comunicação (61) 3327 6827

AMBr convida para debate sobre saúde do homem

“Envelhecimento Masculino: O Sexo Frágil” é o tema do Programa de Educação Continuada da Associação Médica de Brasília (PEC-AMBr). O evento será realizado nos dias 30 e 31 de agosto, próxima sexta-feira e sábado, na AMBr.

Durante o encontro, capitaneado por médicos renomados em suas áreas de atuação, serão abordadas as doenças que acometem o público masculino e os tratamentos mais eficazes. A programação prevê conferências sobre temas como doenças demencial, aterosclerótica e arterial coronariana, entre outros.

O Diretor de Planejamento da AMBr, Dr. Nasser Sarkis, antecipa que o programa é gratuito para médicos associados da AMBr e estudantes de medicina.  Ao fim todos recebem certificado de participação.

Boa nova  – O PEC AMBr conta agora com a certificação da Comissão Nacional de Acreditação (CNA). Os participantes do evento terão as horas válidas para o Certificado de Atualização Profissional (CAP), da Associação Médica Brasileira (AMB). O CAP atesta os novos conhecimentos adquiridos pelo médico e o habilita ao exercício de sua especialidade. A pontuação será creditada para todos os participantes com presença validada no dia do evento.

 

:: Serviço

Programa de Educação Continuada – “Envelhecimento Masculino: O Sexo Frágil”

Dias 30 e 31 de agosto, na Associação Médica de Brasília

Inscrições e programação em www.pecambr.com.br

Candidatos ao CFM lutam por Carreira de Estado e mais regulação das Escolas de Saúde

Nos dias 27 e 28 de agosto acontecerá a eleição para Conselheiro Titular e Suplente do Conselho Federal de Medicina (CFM). Serão eleitos representantes para os 26 estados da federação e mais o Distrito Federal. O voto é obrigatório a todos os médicos inscritos no Conselho Regional de Medicina – CRM, em plenos direitos políticos e profissionais, exceto os registrados exclusivamente como médicos militares e facultativo para maiores de 70 anos. Os eleitos serão responsáveis pela defesa da saúde da população e os interesses da classe médica.

A redação do Médicos na Mídia conversou com os representantes da Chapa 2 – Transparência e Experiência para entender as propostas pela defesa da saúde da população e os interesses da classe médica.

Colombiano radicado em Salvador ou “Colombaiano” – como costuma dizer, o Dr. Jairo Martinez Zapata Ex-presidente do CRM/DF e candidato a conselheiro do CFM pelo DF, conta um pouco de sua história juntamente com o Dr. Antônio Carlos Souza, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular Regional DF (SBACV/DF) e suplente de Dr. Zapata na Chapa 2 – Transparência e Experiência. A dupla falou sobre os desafios da profissão e as propostas que defendem.

Contem-nos um pouco da história e trajetória.

Dr. Jairo Zapata – Eu me formei como médico na Universidade Federal de Medicina de Salvador – UFBA, primeira faculdade do país, em 1973. Posteriormente vim fazer residência médica e clínica no Hospital das Forças Armadas aqui no DF. Ingressei como médico clínico no Hospital Regional de Taguatinga – HRT, em 1976 e estou lá até hoje. Me dediquei a assistência a população, a parte acadêmica, internos, residentes, ajudei na criação de vários programas de residência médica no hospital. A partir de 2004 fui convidado para ser professor de doenças infecciosas e parasitárias da Universidade Católica. Onde me mantenho como professor até o momento. Atuei também em duas gestões do Conselho Regional de Medicina – CRM/DF, participei e adquiri uma boa experiência na área de fiscalização e na área de gestão do conselho também. Enquanto que na minha última gestão, que finalizou no ano passado, encerrei minha carreira como presidente do CRM.

Dr. Antônio Carlos – Eu me formei em 1992 na Universidade de Brasília – UNB, estudei toda minha vida no setor público, nas escolas públicas. Fui fazer residência médica em cirurgia, cirurgia vascular e angiologia, essas 3 especialidades na USP. Fiquei lá por 10 anos, fiz a minha carreira lá de residência e depois eu fiz o doutorado em ciências médicas. Fui professor assistente da Universidade de São Paulo, na USP de Ribeirão Preto. Por circunstância da abertura da Escola Superior de Ciências e Saúde – ESCS, aqui do GDF, eu vim para Brasília para atuar como docente da ESCS, onde eu fiquei por 6 anos, sendo 3 anos como coordenador do curso de medicina. De forma que a vida toda, desde que formei até hoje, eu sempre fui ligado ao ensino. Eu milito tanto na clínica como cirurgião, quanto como docente.

E qual foi o ponto mais marcante carreira de vocês, tanto como docentes (já que ambos são professores) como médicos?

Dr. Jairo Zapata – É muito difícil dizer. Mas uma coisa impactante mesmo para mim, foi ter vindo para o Distrito Federal, ingressado na antiga fundação hospitalar do DF, onde vi uma instituição do estado crescer na assistência médica a população, ao ponto que não era necessário que os usuários tivessem plano de saúde privado. Ali se conseguia praticar uma medicina de qualidade, de alta qualidade. Então eu acompanhei durante esses anos todos da minha carreira o crescimento da excelente assistência médica do Distrito Federal. Infelizmente estou acompanhando o declínio dessa assistência de excelência, para uma precarização extremamente preocupante. E isso me impacta muito como profissional e como cidadão.

Dr. Antônio Carlos – O que está sendo mais marcante e que eu estou lamentando junto com a minha geração é a deterioração, a perda da estrutura de se exercer a medicina, em todos os aspectos. Estamos sofrendo – a medicina e os médicos –  um ataque que eu chamo a 360º. O que significa isso: Quando eu formei por exemplo na década de 90, tinha um pouco mais de 60 cursos de medicina no Brasil, hoje são mais de 300. Nós estamos formando hoje exatamente a mesma quantidade de médicos que formamos nos últimos 40 anos. O que a gente produzia de médicos de altíssima qualidade, em 40 anos, hoje com esse número exorbitante de faculdades e escolas médicas – sendo que na maioria delas sem estrutura – estão formando em 10 anos. Veja que houve um aumento de uma forma exponencial na quantidade de médicos, esse é um dos ataques, ataque da oferta excessiva de mão de obra sem uma política verdadeira de fixação dos médicos nos rincões do país. Apenas se forma e o médico continua mantido nos grandes centros, e a lei da oferta e da procura não perdoa.

Um outro ataque é o sucateamento do sistema público de saúde. A cada dia que passa o exercício da medicina no sistema público, que atende 70% da população do Brasil, que depende exclusivamente do SUS, está cada vez mais difícil, sem condições, com um orçamento reduzido. Muitas vezes, vamos pegar o exemplo de Brasília, raramente se ocupa todas as vagas do sistema público para médicos, porque o médico faz concurso, passa e não consegue manter o vínculo, por falta de condições de trabalho. Então aumentou-se a oferta de médico e piorou-se a questão das condições de trabalho.

Outro ataque esse agressivo, nesses 360º a que me referi, é em relação aos não médicos. Atividades que eram exercidas exclusivamente por médicos, nós perdemos com essa normatização do ato médico, alguns procedimentos para as outras áreas. Então tem muitas especialidades como a Dermatologia e cirurgia plástica, a minha especialidade – angiologia – está sofrendo de invasão em relação ao tratamento. Uma coisa absurda, porque se faz tratamento sem diagnóstico. E o diagnóstico é uma atribuição exclusiva do médico, é um grande paradoxo.

O Sr. enxerga algum parâmetro ou alguma forma de reverter esse quadro de ataque em 360º, como a oferta excessiva e a invasão de outras áreas para a área médica?

Dr. Antônio Carlos – Sim. Estamos nos envolvendo com a possibilidade de colaborar no CFM com essa chapa, no sentido de tentar reverter esses ataques e recuperar, a dignidade do ato médico e da medicina. Agindo em várias frentes, nós temos a esperança que a única forma é não só reclamar, mas resistir. E de alguma forma ser proativo no sentido de reverter tudo isso. Em relação a tudo isso, vamos pegar o exemplo da criação exorbitante dos cursos de medicina. Acho que um papel fundamental é que o CFM pode participar no sentido da certificação real das escolas que formam com qualidade. E as escolas que não passassem por esta certificação seria aconselhado o fechamento, a exemplo do que aconteceu no início do século passado nos EUA, que fechou a grande maioria das escolas médicas de má qualidade. Isso no início do século 20.

Uma outra situação para agregar o médico nos rincões desse país, é uma carreira de estado para o médico. Essa já é uma proposta antiga que a gente tem que continuar lutando por ela, de forma que o médico vá para uma região longínqua desse país, não refém da prefeitura, de um contrato extremamente frágil. O prefeito convida para trabalhar lá, e ele fica trabalhando em condições próximas ao adequado ali por 6 meses a 1 ano, e depois corta salário, condições de trabalho e se vê com uma mão na frente e a outra atrás e inseguro. O que a gente quer é que tenha um programa de governo que em todos os níveis, federal, estadual e municipal. Para criar uma carreira para o médico, para que quando esse médico for para essa região, tenha um mínimo de estabilidade e de condições de trabalho. Que ele não fique à mercê de toda a artimanha política que acontece.

E a representatividade hoje do meio médico, como avaliam tanto no CFM como no CRM, há uma luta engajada pela valorização do médico?

Dr. Jairo Zapata – Com certeza. Tanto os CRM’s quanto o Conselho Federal têm se engajado e vê a necessidade de que o médico tem que ser melhor valorizado, tem que ser melhor visto. Nós temos o Ato Médico, a Carreira de Estado que são bandeiras que tanto os CRM’s quanto o CFM são totalmente favoráveis. Então isso que nós temos que buscar, nós estamos engajados nessa luta em melhorar as condições de trabalho e dar uma melhor assistência a população.

Dr. Antônio Carlos – É também por isso que estamos nessa missão, que é de dar um impulso nessa representatividade. A gente tem a esperança que o CFM pode realmente fazer jus, reconstruir na cabeça do médico brasileiro, que o CFM seja útil. Nós temos a proposta de realmente fazer com que ele represente a classe médica no sentido de defender o Ato Médico, o médico e a medicina. Resgatar todos os princípios como está no rol de nossas propostas. Aliás nós temos que resgatar o valor que o Conselho Federal de Medicina tem.

Dr. Jairo Zapata, sobre o financiamento do Sistema Único de Saúde, o senhor acredita que um novo pacto federativo buscando uma forma de financiamento direta e única para saúde, pode ser um caminho?

Dr. Jairo Zapata – Bom, isso é absolutamente necessário. Nós temos que buscar mais recursos. Mas veja bem, o financiamento da saúde não é só investir em insumos, por exemplo. Se investe na saúde quando dá educação, quando se investe em saneamento básico e de várias formas. Então, nós temos é que melhorar o ensino desde a criancinha, desde o berço. Dar condições e qualidade de vida para o cidadão e mostrar que tudo isso é investimento na saúde. Então uma coisa que não pode ser dissociada, é a educação e a saúde. É um binômio que tem que caminhar juntos sempre.

Dr. Jairo, o senhor crê em um futuro próximo na possível falência irreversível do SUS?

Dr. Jairo Zapata – Eu não quero acreditar. E estou me candidatando para lutar, pelo fortalecimento do SUS. Eu acredito que existem pessoas conscientes em todos os planos da sociedade, que enxergam a necessidade absoluta da sustentação do Sistema Único de Saúde no país.

E como ponderam essa deterioração do Sistema Único de Saúde, principalmente aqui no DF, com relação aos preceitos da carreira médica?

Dr. Jairo Zapata – Bem são vários fatores. Não podemos apontar uma única coisa. As políticas governamentais têm uma grande responsabilidade. Sabe-se que no Brasil os recursos são escassos e mal aplicados. Então, entendo a necessidade de gestores hospitalares, que possam dar melhores assistências.

Dr. Jairo o Sr. acha que a gestão de hospitais, fundações hospitalares por parte de profissionais não médicos possa ser um caminho ou pode se tornar mais um passo para o declínio?

Dr. Jairo Zapata – Eu acho que o gestor tem que ser preparado para tal, para o exercício da função de gestor. Sendo na área de saúde ou não. E não necessariamente que o bom gestor tem que ser médico. Agora, ele tem que entender de saúde pública, tem que estar engajado que o recurso emanado do governo federal, estadual e municipal, tem que ser corretamente direcionado. Um bom médico não necessariamente será um bom gestor. Ele tem que se preparar para isso e, acho, que nós carecemos de médicos que tenham essa visão, que se preparem especificamente para fazer gestão na saúde.

E quanto aos programas de residência médica e a ampliação dessas vagas?

Dr. Jairo Zapata – Olha, o ideal seria que todo médico que se forma no Brasil pudesse ter uma vaga como residente na especialidade que ele escolhe. Isso é absolutamente válido. Sou pró residência, participei muito, fui engajado na minha vida profissional e ainda estou. Gosto muito dessa parte de preceptor de residência, acho válido e necessário. Se houver qualidade na formação, porque hoje um problema é na proliferação dos cursos de medicina que não tem a menor condição de formar o médico e colocar no mercado de trabalho. Esses muito mais do que outros, precisariam, absolutamente, de fazer um programa de residência médica.

Uma das propostas da Chapa 2 é o fortalecimento do Revalida e dos programas médicos. Como classifica as bandeiras de se extinguir a exigência do Revalida?

Dr. Jairo Zapata – Absolutamente contrário a acabar com o Revalida. O Revalida é um exame que ele tem que ser aplicado não somente aos estrangeiros que querem migrar para praticar medicina no Brasil, mas também aos brasileiros formados fora do Brasil. Esse é um exame que precisa ser aprimorado, tem que ser aplicado, tem que ter regras e ser muito objetivo. Eu valorizo o Revalida. Qualquer país que a gente for desempenhar função médica, vai exigir que revalide. Sou 100% favorável a permanência do exame.

Outro aspecto bem polêmico é com relação a implantação da telemedicina, as consultas médicas e o tratamento médico via remoto. Como percebe essa ampliação da atuação médica?

Dr. Jairo Zapata – Eu vejo isso como um grande equívoco no momento. Porque eu sou defensor do Ato Médico, que é a consulta presencial, doente na frente do médico para o médico olhar, ouvir, falar, examinar e dar sua opinião como profissional. Pela telemedicina, como é que vamos fazer? Então, eu acho que os recursos de telemedicina são bem-vindos, agora temos que ser criteriosos na implementação e discutir com a sociedade, com os Conselhos Regionais de Medicina e com a categoria médica. Isso é absolutamente necessário. Tem que ter muito cuidado, muito critério para implementar.

 

 

 

 

Programa de Educação Continuada da Associação Médica de Brasília debate formas de melhorar resultados da cirurgia metabólica

Evento que acontece em 27 de julho, reúne clínicos e cirurgiões renomados em suas áreas de atuação para discussão sobre a cirurgia bariátrica, seus benefícios e implicações

No dia 27 de julho, o Programa de Educação Continuada da Associação Médica de Brasília (PEC – AMBr) debate a cirurgia metabólica, sob as perspectivas de clínicos e cirurgiões. O evento acontece de 8h30 às 17h30, na sede da AMBr, no Setor de Clubes Sul.

Especialistas de todo o país estarão lado a lado para discutirem como obter melhores resultados com o procedimento e como cuidar dos pacientes que necessitam da intervenção. As inscrições podem ser realizadas pelo site pecambr.com.br

O impacto das doenças metabólicas na população mundial é profundo. Problemas cardiovasculares decorrentes desse tipo de enfermidade são as maiores causas de mortes em todos os grupos populacionais e as consequências do Diabetes tipo 2 estão entre os principais fatores de custos do Sistema Único de Saúde: Mais de 5 bilhões são gastos, ao ano, com hemodiálises em paciente renais terminais em função do diabetes, principal causa de infarto, derrame, amputação não traumática e cegueira, no mundo.

Trabalhos prospectivos, randomizados e controlados, além de metanálises e evidências científicas comprovam a eficiência da cirurgia bariátrica, que proporciona uma taxa de remissão completa dos danos causados pelo diabetes em até 85%. Pacientes que não alcançam a remissão completa, a obtêm parcialmente, com alívio de sintomas, diminuição do risco cardiovascular a longo prazo e também dos problemas micro e macrovasculares decorrentes da doença.

Cirurgia a serviço da população

A cirurgia metabólica é cirurgia bariátrica com enfoque no tratamento das doenças metabólicas, tais como Diabetes tipo 2, Hipertensão Arterial, Dislipidemias, Apneia do Sono e Obesidade.

O tema, por sua complexidade, envolve várias especialidades médicas e todos os profissionais que cuidam de pacientes com problemas metabólicos devem entender o funcionamento das diversas áreas.

No entanto, os problemas começam com a semântica sobre o assunto. Especialistas colocam em prática os parâmetros estabelecidos por sua área, enquanto a interdisciplinaridade do tratamento fica comprometida.

Quem sofre as consequências dessa confusão é o paciente. Nesse sentido, o objetivo desta edição do Programa de Educação Continuada da Associação Médica de Brasília é promover um amplo debate sobre alternativas para aprimorar tratamentos e cuidados de pacientes com doenças metabólicas.

Serviço:

Programa de Educação Continuada – Cirurgia Metabólica para Clínicos e Cirurgiões

Data: 27 de julho (Sábado)

Horário: 8h30 às 17h30

Local: Associação Médica de Brasília (AMBr) – Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 3, Conjunto 6 – Brasília (DF)

Programação completa e inscrições: www.pecambr.com.br

Medicina 4.0: Como os avanços tecnológicos têm mudado o segmento da saúde

A forma com que os usuários têm utilizado smartphones ou smartwatchs (relógios inteligentes) para o diagnóstico e tratamento de doenças, tem transformado o segmento de saúde. Diante do cenário, a implementação de plataformas para bem atender os pacientes é habitual. A  medicina 4.0 utiliza desde métodos avançados de investigação de DNA até o uso da internet em funções antes jamais imaginadas.

Abaixo algumas novidades já disponíveis e outras que poderão estar acessíveis em um futuro próximo:

Exames via Celular ou Smartwatch

O Apple Watch lançou no final do ano passado sua 4ª geração com a funcionalidade de realizar uma espécie de eletrocardiogramas. Sim aquele exame rotineiro que os cardiologistas solicitam todos os anos para monitorar os batimentos cardíacos, já estão disponíveis na palma da mão em tempo integral. Ele funciona com sensores e luzes infravermelhas que monitoram os batimentos cardíacos em atividade física ou em repouso, e possui um aplicativo que armazena essas informações. Também consegue identificar e alertar o usuário em caso de uma frequência cardíaca muito alta, muito baixa ou irregular (arritmia), que pode indicar um problema de saúde mais grave.

Outro promissor é o aplicativo ePAL, que foi criado para ajudar pacientes com câncer a controlar e monitorar a dor. Desenvolvido como parte de uma colaboração entre a Partners HealthCare Pivot Labs, a Divisão de Cuidados Paliativos do Hospital Geral de Massachusetts e o Massachusetts General Hospital Cancer Center, o aplicativo dispõe de uma inteligência artificial que orienta os pacientes em como lidar com as dores e solicita que informem até três vezes por semana o nível das dores sentidas. O componente de inteligência artificial presente no programa, foi capaz de distinguir a dor urgente da não urgente e fornecer uma educação em tempo real aos pacientes. Em caso de piora no quadro ou de dor grave, o aplicativo os conectava automaticamente ao seu médico para uma melhor avaliação. O ePAL ainda está em estudo e a estimativa é que seja ampliado para outros tipos de enfermidades além do câncer, incluindo também a elaboração de uma plataforma completa de inteligência artificial aliada a telessaúde.

A empresa norte americana Butterfly Network desenvolveu um aparelho de ultrassom que se conecta e funciona diretamente no celular, o Butterfly IQ visa facilitar a vida dos médicos (a ferramenta só pode ser adquirida por eles) que poderão realizar rapidamente exames obstétricos, ginecológicos, de órgãos pequenos como a tireoide entre outros. São 13 tipos diferentes de exames ultrassom que podem ser realizados. Outra funcionalidade é o Butterfly Cloud, onde os médicos podem armazenar na nuvem as imagens captadas e compartilhar estudos científicos, onde todos os usuários do app tem acesso a um grande banco de dados online.

 

Compartilhamento de dados

Assim como a funcionalidade apresentada no Butterfly Cloud, o compartilhamento de informações médicas dos pacientes também parece ser uma tendência para o futuro. A Sociedade Americana de Oncologia por exemplo, criou o CancerLinq, um portal sem fins lucrativos para monitoramento, coleta e análise de dados de todos os encontros com os pacientes. A proposta é utilizar os dados em estudos científicos e ajudar profissionais de todo mundo a oferecer um atendimento com a melhor qualidade possível a pacientes com câncer. De acordo com as informações no CancerLinq, mais de 1,7 milhão de pessoas são diagnosticadas com câncer todos os anos nos Estados Unidos, e deste total apenas 3% se inscrevem para ensaios clínicos. Para melhorar o atendimento de todos os pacientes, as comunidades de pesquisa precisam de maiores detalhes dos outros 97% das pessoas que recebem tratamento oncológico. Normalmente os dados são anônimos para manter a privacidade e resguardar os pacientes

 

Bancos de DNA e rastreamento genético

O DNA sem dúvida é o caminho para os maiores avanços médicos de todos os tempos, e hoje já é possível (e acessível) nos EUA fazer pesquisas de ancestralidade ou exames de saúde por DNA a partir de 70 dólares. Um valor razoavelmente baixo para as possibilidades que resultam. Normalmente estas empresas armazenam e criam enormes bancos de dados com informações únicas de seus clientes, que podem ser compartilhadas para pesquisas e desenvolvimento de medicamentos personalizados com os dados coletados.

Algumas empresas coletam amostras de DNA especificamente para participação em estudos, e caso a pessoa tenha seus dados selecionados para um estudo ou pesquisa, o cliente recebe uma remuneração por esta participação.

Outra tecnologia é o rastreamento genético ou medicina personalizada. É um estudo bem aprofundado da estrutura genômica de um paciente, que possibilita saber e determinar as possibilidades de desenvolver alguma doença genética ou hereditária. O método possibilita o diagnóstico muito precoce de doenças como o câncer, diabetes, doenças do sistema imunológico entre outras. Este recuso ficou mundialmente conhecido quando a atriz Angeline Jolie passou pelo procedimento e identificou que a mutação de um gene, apontava para 87% de chance de desenvolver câncer de mama e 50% de chance de ter câncer no ovário. Ela foi submetida a cirurgias preventivas de dupla mastectomia (remoção dos seios), retirada dos ovários e das trompas de falópio.

Telemedicina

Vários países já adotam este conceito em maneira mais ampla, com atendimento direto entre médico e paciente, com regras definidas a assistência virtual. No Brasil esta prática ainda é restrita aos profissionais de saúde, onde clínicos gerais podem solicitar pareceres aos especialistas e laudos em exames, apesar de alguns médicos em iniciativas pessoais já prestarem aconselhamentos e atendimentos simples à distância. Mas esta é uma realidade que no futuro precisará ser adaptada. Assim como o ePAL, várias iniciativas estão sendo criadas para integrar e monitorar os pacientes remotamente, para que cada vez menos eles precisem ir a um hospital por algo corriqueiro ou que possa ser avaliado em uma videoconferência por exemplo.

Mas os estudos vão além, a ideia é que sistemas completos possam perceber quando alguém está passando mal, envie uma notificação ao especialista previamente cadastrado, que de posse de suas informações personalizadas em seu banco de dados, já adote a melhor conduta, prescreva os remédios imediatamente e avalie quadro a quadro a evolução como se esse paciente estivesse no hospital em observação.

Anvisa aprova comercialização de insulina inalável no Brasil

O medicamento deve estar disponível no mercado a partir de outubro deste ano.

O medicamento mais conhecido nos Estados Unidos e países da Europa como Afrezza®, teve sua comercialização autorizada na última semana pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA. Um alívio para os pacientes de diabetes tipo 1 e 2 que até o momento só contam com a insulina injetável, por meio de bombas ou agulhas. O remédio foi aprovado nos EUA em 2014 e agora poderá ser vendido no Brasil.

A substância é um pó armazenado em cápsulas, tem ação até três vezes mais rápida que os medicamentos injetáveis já disponíveis no mercado, e vem com a promessa de simplificar a vida dos diabéticos. Os medicamentos tradicionais além de desconfortáveis, possuem aplicações que determinam verdadeiras operações logísticas na vida de quem depende dessa medicação, que chegam a usar até cinco vezes ao dia em alguns casos.

Como funciona 

Similar ao modo de utilização das bombinhas para asma, o produto deve ser inalado. Ele funciona após ser carregado por cartucho acoplado ao inalador e deve ser aspirado pelo paciente. O conteúdo levado aos pulmões é absorvido rapidamente e começa a agir em 10 minutos. O efeito tem duração de 2 a 3 horas. O item dispõe de três opções diferentes de dosagem.

Porém, há contraindicações no uso do medicamento. Todos os pacientes deverão passar por testes e exames antes do uso. Pessoas com problemas pulmonares como asma, enfisema, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e fibrose pulmonar não poderão utilizar a insulina inalável, já que a absorção pode ser prejudicada e o medicamento em alguns casos, desencadeia crises de asma. Fumantes e ex-fumantes (os que pararam a pouco tempo) também não poderão utilizar. O uso também não é indicado para menores de 18 anos, já que o produto não foi testado abaixo dessa faixa de idade.

A previsão é que esteja disponível para o consumidor a partir de outubro de 2019. Os valores não foram divulgados, mas nos EUA, o kit de doses para um mês custa a partir de 150 dólares (depende da quantidade necessárias), equivalente a R$ 580,00 em conversão direta – sem considerar impostos ou taxas. Mesmo assim deverá ser uma  opção para as desconfortáveis picadas.

 

 

 

ASSOCIAÇÃO MÉDICA DE BRASÍLIA PROMOVE EVENTO PARA MINIMIZAR CASOS DE MORTES POR DENGUE NO DF

Evento de atualização profissional tem o objetivo de esclarecer sintomas, diagnóstico e tratamento de viroses endêmicas

 

De janeiro a abril, 10 pessoas morreram de dengue no Distrito Federal e os casos prováveis da doença chegaram a 10 mil, segundo boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde.  Diante da necessidade de discutir estratégias de intervenção precoce, a Associação Médica de Brasília promove, no dia 24 de maio (sexta-feira) às 18h30, o Programa de Educação Continuada (PEC-AMBr) “Viroses Endêmicas e os Desafios no Diagnóstico e Tratamento”. O evento de atualização profissional é voltado para médicos, estudantes de medicina e profissionais de saúde.

O médico infectologista Dr. Dalcy Albuquerque Filho abordará, também, durante a ampla palestra, questões relacionadas à hantavirose, influenza e chikungunya. “O objetivo é fazer um apanhado focando nos principais sintomas para o correto diagnóstico e tratamento”, antecipa o especialista.

Para bem informar os participantes do Programa de Educação Continuada, Dr. Dalcy vislumbra abranger as doenças de maneira objetiva e prática, para que os profissionais que trabalham em emergências, Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s) e hospitais possam entender melhor sobre cada patologia e como identificar os casos graves – a fim de evitar complicações e minimizar o número mortes.

O médico informa que muitos dos óbitos causados por viroses endêmicas poderiam ser evitados quando identificados antecipadamente, alertando, assim, o paciente para o tratamento eficaz. “Esses sinais de gravidade têm de ser repassados às pessoas. Precisamos continuar focando em campanhas de promoção de saúde, mas quando há o diagnóstico, o cuidado deve ser precoce”, completa.

Para se inscrever no evento é simples. Basta acessar o site pecambr.com.br e preencher o formulário. Estudantes pagam o valor de R$ 50, médicos não associados R$100 e associados da AMBr têm isenção na taxa. Ao fim do evento, todos os participantes têm direito à impressão do certificado.

:: Serviço

Programa de Educação Continuada da Associação Médica de Brasília (PEC-AMBr)

“Viroses Endêmicas e os Desafios no Diagnóstico e Tratamento”

Dia 24 de maio (sexta-feira) às 18h30

Associação Médica de Brasília – SCES Trecho 3

Inscrições: www.pecambr.com.br

Assessoria de Imprensa: Luan Comunicação

Atendimento: Paulo Lima – paulolima@luancomunicacao.com.br | (61) 3327 6827

Médicos se reúnem em Brasília para criar estratégias de prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares nas mulheres

O evento acontece nos dias 12 e 13 de abril na Associação Médica de Brasília (AMBr), onde serão apresentadas as principais evidências científicas para o tratamento de doenças no coração, exclusivas ao público feminino

No Brasil, a cada 11 minutos, estima-se que uma mulher morra de infarto. Os dados são Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC-DF) que, em parceria com a Associação Médica de Brasília (AMBr), promove, na próxima sexta-feira e sábado, 12 e 13 de abril, um ciclo de palestras com o tema “Doença Cardiovascular na Mulher”.

A atividade será na sede AMBr e faz parte do Programa de Educação Continuada da Associação. Tem o objetivo de criar estratégias e discutir soluções para um atendimento integral da mulher, visando minimizar os casos de morte relacionados ao coração.

Com ênfase para uma conduta precoce de avaliação e tratamentos eficazes, a programação científica se estende a pontos de vista sobre menopausa, com abordagem ginecológica, endocrinológica e de cardiologia. Também serão discutidos os riscos de terapia de reposição hormonal, com suas indicações, esquemas terapêuticos e duração do tratamento.

No debate também serão disseminadas informações sobre o uso da testosterona na menopausa com possível risco cardiovascular, a assistência à mulher diabética, tromboembolismo pulmonar na gestante, arritmias e insuficiência cardíaca na gestação, diabetes gestacional, dentre outros. O evento de atualização profissional é voltado para médicos, estudantes de medicina e profissionais de saúde.

:: Serviço

PEC “Doença Cardiovascular na Mulher”

12 de 13 de abril (Sexta-feira à noite e sábado no período da manhã)

Associação Médica de Brasília (AMBr) | Setor de Clubes Esportivos Sul | Trecho 3

Inscrições e programação científica: www.pecambr.com.br

ESPECIALISTAS PALESTRAM EM BRASÍLIA SOBRE COMO A MEDICINA TEM CONTRIBUÍDO PARA VIVER MAIS E MELHOR

 

Evento gratuito acontece nos dias 8 e 9 de fevereiro e faz parte das celebrações dos 60 anos da Associação Médica de Brasília (AMBr) e dos 30 anos da Academia de Medicina de Brasília

A Associação Médica de Brasília (AMBr) e a Academia de Medicina de Brasília realizam, nos dias 8 e 9 de fevereiro, Simpósio com o tema Tecnologia e a Vida – A Ética dessa Relação. O evento gratuito faz parte das celebrações dos 60 anos da AMBr e dos 30 anos da Academia de Medicina de Brasília, e tem como objetivo reunir a sociedade, profissionais que atuam em diferentes segmentos de cuidados e apoio a pacientes,  para conferirem palestras com especialistas renomados em suas áreas de atuação, que abordarão, durante os dois dias de intensa programação científica, assuntos relacionados a bioética, mais especificamente sobre a finitude humana, com enfoques filosóficos, religiosos, comportamentais, jurídicos e médicos.

O Diretor de Planejamento da AMBr, Dr. Nasser Sarkis, antecipa que a proposta é discutir o prolongamento da vida e as mudanças comportamentais através de uma visão contemporânea da existência humana. “Com o aumento da expectativa de vida é preciso envelhecer com qualidade. A medicina tem trazido importantes avanços tecnológicos, mas que devem ser acompanhados com múltiplas abordagens, para que se possa viver mais e melhor”.

O médico cardiologista explica que durante o evento serão evidenciados os avanços da medicina numa abordagem ampla da existência humana. “Outro ponto primordial é que serão realizados debates sobre a judicialização da medicina. Temos uma programação para amplo debate com todos que participam dos cuidados e apoio aos pacientes”, convida Dr. Nasser Sarkis.

Para se inscrever no PEC Tecnologia e a Vida – A Ética dessa Relação é necessário acessar o site pec.ambr.com.br e preencher o formulário com os dados pessoais. Ao fim do evento, os participantes têm direito à impressão do certificado através do mesmo site.

:Serviço

PEC | Tecnologia e a Vida – A Ética dessa Relação

Dias 8 e 9 de fevereiro [sexta (9h às 17h30) e sábado (9h às 11h)]

Local: Associação Médica de Brasília (AMBr). Setor de Clubes Esportivos Sul – Trecho 3

Inscrições gratuitas: pecambr.com.br