Ressonância Magnética

Laboratório Sabin no mercado médico de imagem

O Sabin Medicina Diagnóstica inicia 2018 com uma nova participação no mercado médico: inaugura em março uma unidade na Asa Norte, no centro de Brasília, direcionada para o diagnostico por imagem.
A presidente executiva do Sabin, Lídia Abdalla, afirma que a empresa vai “oferecer um serviço de alta tecnologia, com equipamentos que estão entre os melhores do mundo, mas principalmente, focada na comodidade, conforto e bem estar dos pacientes, integrando os serviços de diagnóstico por imagem e analises clinicas no mesmo local.

Lidia Abdalla destaca que o novo serviço oferecerá à “comunidade médica mais agilidade e precisão nos diagnósticos, com recurso de inteligência artificial e imagens de altíssima qualidade”.

A nova unidade contará com parque tecnológico resultado de uma cooperação técnico-científica do Sabin com a Siemens Healthineers. A parceria permitiu a instalação de um equipamento de Ressonância Magnética 3 Tesla inédito na América Latina – o MAGNETOM Vida. Por meio de inteligência artificial, o equipamento capta automaticamente as características fisiológicas e anatômicas de cada indivíduo, possibilitando, assim, que as estratégias de exames sejam personalizadas e permitindo que os profissionais de saúde obtenham informações valiosas para escolher o protocolo mais adequado para cada tipo de paciente, mesmo aqueles mais críticos.

Também será instalado na nova unidade um tomógrafo computadorizado de 256 canais e dupla energia. O SOMATOM Drive proporciona exames mais rápidos, com menor dose de radiação e de contraste, o que permite que um maior número de pacientes possa se submeter ao procedimento.

Ressonância magnética, tomografia computadorizada, mamografia, ultrassonografia, densitometria óssea estão entre os exames que farão parte do novo portfólio de serviços. O médico radiologista Marcelo Canuto é o Gerente Médico que está à frente da área de diagnóstico por imagem e será o responsável pela equipe desta nova unidade.

Exame de ressonância magnética pode ajudar a diagnosticar autismo

Ressonância magnética aliada do autismo
Ressonância magnética aliada do autismo

O uso da ressonância magnética pode ajudar no futuro a diagnosticar casos de autismo, aponta um estudo a ser publicado na edição de agosto da revista científica “Radiology” (radiologia, em inglês) e divulgado nesta terça-feira (31). A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade de Columbia, em Nova York.O autismo é um conjunto de doenças neurológicas que fazem o paciente ter dificuldades para se comunicar e interagir com outras pessoas.

Os médicos norte-americanos contaram com a participação de 27 jovens com média de 12 anos de idade. Quinze deles formaram o grupo controle do experimento e eram saudáveis. Os outros 12 eram autistas e tinham dificuldades na fala.

Durante a pesquisa, os garotos passaram por exames de ressonância magnética funcional – enquanto escutavam gravações com as vozes de seus pais. Com as imagens geradas, é possível ver quais áreas do cérebro recebem mais sangue durante a realização de uma tarefa e medir o nível de atividade dos tecidos do órgão.

Após o estímulo, foram medidos os níveis de atividade em duas áreas do cérebro dos participantes: o córtex auditivo primário (A1) e uma parte do lobo temporal ligada à compreensão de sentenças (STG, na sigla em inglês).

Na região A1, as atividades do cérebro não foram diferentes entre os dois grupos. Já na segunda área estudada, os jovens saudáveis apresentaram uma atividade maior na comparação com os jovens autistas.

Para Joy Hirsch, professor no Centro Médico da universidade e diretor de um laboratório especializado em ressonância magnética, os resultados mostram como o autismo reduz a comprensão de narrativas.

Segundo o especialista, o diagnóstico dos tipos de autismo é difícil, mesmo com a alta prevalência – de acordo com o Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDCP, na sigla em inglês), órgão do governo dos EUA, uma em cada 110 crianças são afetadas pela doença. Normalmente, a descoberta da doença acontece após pais e médicos estranharem o comportamento da criança.

Otimismo e a falta de sono

Falta de sono torna as pessoas mais otimistas

Falta de sono torna as pessoas mais otimistas

As pessoas com falta de sono têm tendência a ser exageradamente otimistas antes de tomar decisões e costumam se arriscar mais do que outras, segundo um estudo americano divulgado na terça-feira (8).

O artigo, publicado na revista “Neuroscience”, fornece elementos de evidências científicas que os gerentes de cassinos podem constatar nas salas de jogo: após algumas horas, os jogadores seguem apostando até perderem tudo.

O estudo examinou 29 adultos voluntários com boa saúde e com uma idade média de 22 anos, a quem foi pedido que tomassem uma série de decisões de caráter econômico após uma boa noite de sono. Posteriormente, voltaram a ser questionados depois de uma noite sem dormir.

Os pesquisadores utilizaram a técnica de IRM (Imagem por Ressonância Magnética).

Nas pessoas privadas de sono, os scanners mostraram uma atividade mais intensa nas partes do cérebro responsáveis pelas expectativas positivas, enquanto apresentaram uma atividade pequena nas partes que tratam das expectativas negativas.

“Os indivíduos privados de sono que participaram do estudo tenderam a fazer escolhas com mais ênfase nos lucros monetários e menos nas opções que permitem reduzir as perdas”, de acordo com o estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, e em Cingapura.

A cafeína, o ar fresco e o exercício não são suficientes para combater os efeitos do cansaço, destaca um dos coautores da pesquisa, Vinod Venkatraman, aluno do terceiro ciclo de psicologia e neurociência em Duke.

“As pessoas que jogam até as últimas horas do dia não só contam com o azar das máquinas, mas também com seu próprio cérebro, que tem sono e, implicitamente, tem tendência a antecipar lucros e minimizar a probabilidade de perdas”, explica o especialista